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Servidores do Conselho apoiam o Movimento Maio Amarelo

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Texto e fotos: CEE/TO

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Os servidores do Conselho Estadual de Educação do Tocantins – CEE/TO aderiram ao Movimento Maio Amarelo # Atenção pela Vida, reservando todas as sextas-feiras do mês de maio para usarem a cor amarela, responsabilizando-se de em propagar essa causa com amigos, familiares e demais colegas de trabalho, replicando a proposta nas redes sociais e, sobretudo, dando o exemplo na prática. O movimento é uma iniciativa do Departamento Nacional de Trânsito – Denatran.

Para o presidente do CEE/TO, professor Maurício Reis Sousa do Nascimento, a vida é o bem mais precioso que temos e esse Movimento é de suma importância para a conscientização da sociedade quanto à prudência, atenção e respeito no trânsito.

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O site oficial do Denatran (http://www.denatran.gov.br) destaca que mais do que chamar a atenção da sociedade sobre os altos índices de mortes, feridos e sequelados permanentes no trânsito em todo o país e no mundo, o movimento mobiliza o envolvimento dos órgãos governamentais, empresas, entidades de classe, associações, federações e a sociedade como um todo para discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento no alcance de um trânsito mais seguro.

Este é o terceiro ano da mobilização no Brasil. No segundo, em 2015, o Maio Amarelo registrou números impressionantes: a adesão de países saltou de 7 para 23 nações. Hoje já são mais de 30 mil apoiadores cadastrados no site do Maio Amarelo. São mais de 700 organizações nacionais e internacionais engajadas ao Movimento para reduzir a violência no trânsito.

No ano de 2013 o Sistema Único de Saúde – SUS – registrou 170.805 mil internações por acidentes de trânsito, mais da metade envolvendo motociclistas, em que foram usados R$ 231 milhões no atendimento às vítimas.

De acordo com Júlio Jacobo Waiselfisz, pesquisador do assunto, as mortes representam a ponta do iceberg da violência que acontece na movimentação cotidiana em nossas vias públicas. Nem todas, sequer a grande maioria dessas violências terminam em morte, mas ela representa o grau extremo e limite fatal dessa violência. Desse modo, sendo pedestre ou ocupante de bicicleta, motocicleta, automóvel, seja mais um cidadão atento ao trânsito pela vida!

Os estudos divulgados em 2010 e 2013 pela Organização Mundial da Saúde são estarrecedores indicativos de uma séria epidemia letal no trânsito das vias públicas do planeta. Os dados revelam que no ano de 2010, aconteceram 1,24 milhão de mortes por acidentes de trânsito em 182 países do mundo. Destes, entre 20 e 50 milhões sobrevivem com traumatismos e feridas.

Os acidentes trânsito representam a 3ª causa de mortes na faixa etária de 30 a 44 anos, a 2ª na faixa de 5 a 14 e a 1ª na faixa de 15-29 anos de idade. Atualmente, tais acidentes já representam um custo global de US$ 518 bilhões/ano. Se nada for feito, a OMS estima que deveremos ter 1,9 milhão de mortes no trânsito em 2020 e 2,4 milhões em 2030.

De acordo com o estudo, o gráfico abaixo projeta as tendências da mortalidade de pedestres, motociclistas e automobilistas para o ano de 2020 no Brasil.

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Abaixo o percentual das taxas de óbito entre 2001 e 2011, por unidade federativa do Brasil.

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Conheça o pdfMapa da Violência no Brasil e no mundo e seja mais um a seguir este caminho.

 

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